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Eu, António

Um encontro profundo entre as minhas viagens e a escrita, é o motivo para partilhar o que me faz feliz, com todos vocês.

Eu, António

Um encontro profundo entre as minhas viagens e a escrita, é o motivo para partilhar o que me faz feliz, com todos vocês.

Dificil

Não vejo o chão que tanto quero pisar

Não vejo o céu que antes era azul e brilhante,

O mundo acabou de acordar

Esquecendo de louvar a minha semente,

Nasceu a manhã turvada

Não vejo o chão que piso,

Nem o céu da minha amada

A musa que tanto preciso,

Risquei o ar que me rodeia

Com tinta transparente,

Para as palavras chegarem a ela, da minha maneira

Enquanto sou vivo, no presente,

Não consigo cheirar as flores

Nem tocar na sua beleza,

Assim me sinto quando te fores

Levando o mundo e toda a sua pureza!

 

 

 

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